Ela chegou iluminando aquela escuridão que me impedia de ver o brilho do sol, a cegueira já não mais existia e a beleza do mundo era resumida a olhar-te, e então ela se foi deixando no meu peito a saudade queimando como um fogo abrasador. E a cada lembrança a cada dia longe de ti era como se meu corpo fosse retalhado, minh’alma chora lagrimas de sangue meu coração já não pulsa mais. E quando saio dessa nostalgia e começo a refletir percebo que ela ainda esta aqui, mas, tão logo partirá e aquilo que estava em minha mente vira canção, ou não. E no fim, aquela ilusão se torna realidade, que me retalha, queima-me faz-me sofrer, chorar, e a única coisa que me resta é a certeza da solidão, que voltou a habitar em meu ser, sem a certeza de quando irei ver novamente o seu sorriso, tocar seu corpo e me perder nessa paixão que de um mundo cheio de seres, fez um mundo chamado Isabel.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Isabel de Campos Rezende
Ela chegou iluminando aquela escuridão que me impedia de ver o brilho do sol, a cegueira já não mais existia e a beleza do mundo era resumida a olhar-te, e então ela se foi deixando no meu peito a saudade queimando como um fogo abrasador. E a cada lembrança a cada dia longe de ti era como se meu corpo fosse retalhado, minh’alma chora lagrimas de sangue meu coração já não pulsa mais. E quando saio dessa nostalgia e começo a refletir percebo que ela ainda esta aqui, mas, tão logo partirá e aquilo que estava em minha mente vira canção, ou não. E no fim, aquela ilusão se torna realidade, que me retalha, queima-me faz-me sofrer, chorar, e a única coisa que me resta é a certeza da solidão, que voltou a habitar em meu ser, sem a certeza de quando irei ver novamente o seu sorriso, tocar seu corpo e me perder nessa paixão que de um mundo cheio de seres, fez um mundo chamado Isabel.
Assinar:
Postagens (Atom)