domingo, 29 de janeiro de 2012

Isabel de Campos Rezende

Ela chegou iluminando aquela escuridão que me impedia de ver o brilho do sol, a cegueira já não mais existia e a beleza do mundo era resumida a olhar-te, e então ela se foi deixando no meu peito a saudade queimando como um fogo abrasador. E a cada lembrança a cada dia longe de ti era como se meu corpo fosse retalhado, minh’alma chora lagrimas de sangue meu coração já não pulsa mais. E quando saio dessa nostalgia e começo a refletir percebo que ela ainda esta aqui, mas, tão logo partirá e aquilo que estava em minha mente vira canção, ou não. E no fim, aquela ilusão se torna realidade, que me retalha, queima-me faz-me sofrer, chorar, e a única coisa que me resta é a certeza da solidão, que voltou a habitar em meu ser, sem a certeza de quando irei ver novamente o seu sorriso, tocar seu corpo e me perder nessa paixão que de um mundo cheio de seres, fez um mundo chamado Isabel.